novembro 2004


Ops!

Conta-se que um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem

universitário, que compenetrado lia o seu livro de ciências. O senhor por sua vez lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices? – Sim. Disse o senhor. Mas não é um livro de crendices é a Palavra de Deus. Estou errado?

O estudante dando uma risadinha sarcástica respondeu:

– Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. E veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, fez o favor de mostrar a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem nessa história de que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas dizem sobre isso.

– É mesmo?- perguntou o velho, e o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?

– Bem – respondeu o universitário, agora eu não posso explicar, pois vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.

O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó, e deu o cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito abaixou a cabeça, e saiu cabisbaixo se sentindo pior que uma ameba.

O cartão dizia: “Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris”.

Isso aconteceu em 1892.

O FRIO QUE VEM DE DENTRO

Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve.Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.

Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo: “aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: “eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso”, nem pensar.

O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático: “é bem rovável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: “esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.”

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. “esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos”.

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.

No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: “o frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro”.

DORMIR ENQUANTO OS VENTOS SOPRAM

Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico.

Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria das pessoas estavam pouco dispostas a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que varriam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações.

Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas.

Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro.

– Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro.

– Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Respondeu o pequeno homem. Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou.

O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitece e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem.

Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou,

– Levanta! Uma tempestade está chegando!

Amarre as coisas antes que sejam arrastadas! O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente,

– Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois.

Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas, as janelas bem fechadas e seguras.

Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado.

O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer, então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.

O que eu quero dizer com esta história, é que quando se está preparado – espiritualmente, mentalmente e fisicamente – você não tem nada a temer.

Eu lhe pergunto: você pode dormir enquanto os vento sopram em sua vida?

Espero que você durma bem.

Reis e Sacerdotes!



Deus criou o homem com o seguinte propósito: estabelecer comunhão com Deus (função sacerdotal) e governar todas as coisas criadas por Ele (função de governo, rei). E, no princípio, foi assim. Todas as tardes, na viração do dia, Deus vinha e conversava com Adão. Adão se apresentava à presença de Deus e era influenciado por esta presença e toda a criação estava sujeita a Adão.

Mas o homem pecou e isto o afastou de Deus. O homem se afastou do propósito inicial de Deus. Isto não significa que o propósito de Deus se perdeu, que Deus falhou. Absolutamente, independente da geração ou do como, este propósito se estabelecerá no homem.

Durante toda a história do povo de Deus podemos vê-Lo buscando se aproximar do homem, manter comunhão, se relacionar. Mas, em função do pecado, isto tornou-se impossível, não por Deus, mas pelo próprio homem. Se este homem pecador se apresentar diante de Deus a santidade de Deus consumirá este homem. Deus cria estratégias que permitem esta aproximação, mesmo que limitada. Deus estabelece o tabernáculo para que ali ele pudesse se manifestar e habitar (tabercunalizar) no meio do seu povo.

E, na trajetória do homem esta foi a forma pela qual ele reatou a comunhão com o Pai. Através de um tabernáculo, de um templo, porém protegido por um véu. Apenas o sacerdote , purificado pelo sangue de animais sacrificados, podia, uma vez por ano estar na presença de Deus.

Mas Deus quer mais. Deus quer a plenitude da comunhão. Você pode imaginar Deus com saudades? Pois bem, Deus estava com saudades do homem, do seu filho a quem tudo Ele dera.

Para restabelecer plenamente o propósito inicial de o homem ser um rei (governar) e sacerdote (estar na Sua presença), Deus envia o seu Filho Jesus.

Jesus ao morrer na cruz, ao derramar o Seu sangue estabeleceu uma ponte para que o homem pudesse achegar à presença de Deus sem ser destruído.

Hoje não necessitamos mais sacrificar animais, o Santo Cordeiro foi sacrificado para que o sangue Dele nos purifique e nos coloque diante de Deus.

Pelo sangue de Jesus podemos retornar ao propósito inicial de Deus: sermos reis e sacerdotes.

Cada um de nós, purificado pelo sangue de Jesus, pode entrar na presença de Deus e ministrar o Seu coração. Hoje, somos Sacerdotes que compartilham a presença do Pai e, através da autoridade dada pelo nome de Jesus, podemos sobrepujar principados e potestades, exercendo o governo de Deus, nos tornando reis.

Agora me responda: Tem como não amar este Deus maravilhoso?

Deveria existir uma lei proibindo a exibição dessas imagens chocantes na net.

Guitarra Klein.

Guitarra Kritz (detalhe)

Guitarra Kritz

Violão Gottschall