maio 2003


Uma moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para

> matar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado da poltrona onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada, mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que cara de pau!” Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele

> nunca mais esquecesse aquele atrevimento!!! A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “ah…o que será que esse abusado vai fazer agora ? Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah!!! Aquilo era demais!!! Ela estava bufando de raiva! Então, ela pegou o seu livro e as coisas e se dirigiu ao local de embarque. Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa, e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho!!! Ela sentiu tanta vergonha! Então, ela percebeu que a errada era ela… Ela havia esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua

bolsa… O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar…Nem para pedir desculpas!

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto? Antes de concluir, observe melhor!

Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa! Não pense o que não sabe sobre as pessoas.

“Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:”

-a pedra, depois de atirada;

-a palavra, depois de proferida;

-a ocasião, depois de perdida; e

-o tempo, depois de passado.

A Professora Atéia

Desconhecido

Um dia, na sala de aulas, a professora estava explicando a teoria da evolução aos alunos.

Ela perguntou a um dos estudantes:

– Tomás, vês a árvore lá fora?

– Sim, respondeu o menino.

A professora voltou a perguntar:

– Vês a grama?

E o menino respondeu prontamente:

– ..Sim.

Então a professora mandou Tomás sair da sala e lhe disse para olhar pra cima e ver se ele enxergava o céu.

Tomás entrou e disse:

– Sim, professora. Eu vi o céu.

– Vistes a Deus? – Perguntou a professora.

O menino respondeu que não.

A professora, olhando para os demais alunos da sala, disse:

– É disso que eu estou falando! Tomás não pode ver a Deus, porque Deus não está ali! Podemos concluir então que Deus não existe.

Nesse momento Pedrinho se levantou e pediu permissão à professora para fazer mais algumas perguntas a Tomás.

– Tomás, vês a grama lá fora?

– Sim.

– Vês as árvores?

– Siiiiimmmmm.

– Vês o céu?

– Sim!

– Vês o cérebro da professora?

– Não – disse tomás.

Pedrinho então, dirigindo-se aos seus companheiros, disse:

– Colegas, de acordo com o que aprendemos hoje, concluimos que a professora não tem cérebro.

“Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.” Mateus 11:25

Dançar , cantar, tocar… existe alguma diferença na adoração?

Juliana Dias

“Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor , e estava Davi cingido de uma estola sacerdotal”, II Samuel 6:14.

No Israel de Deus – passado e presente – é comum que o povo expresse seus sentimentos através das artes, sendo a dança um grande instrumento de comunicação. Portanto, a dança nunca foi algo “escandaloso” para o povo de Israel, nem tampouco para os outros povos do médio e extremo-oriente. Esse movimento não é nenhuma novidade e sempre fez parte das comemorações cristãs.

O preconceito em relação à dança é um problema cultural. Ao longo dos anos, alguns valores foram deturpados. Como, por exemplo, a questão do homem dançar estar associada à sua sexualidade. Há organizações tribais, como os índios e os aborígenes, em que só eles podem dançar. Já na Bíblia, observamos que os hebreus dançavam, sem distinção de sexo. A idéia do corpo ligada ao pecado e os gêneros que trouxeram vulgaridade também contribuíram para esta aversão aos movimentos.

Para Isabel Coimbra, líder do grupo de dança Mudança, da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG), nós estamos vivendo uma transformação a partir do testemunho de vida dos adoradores. “Antes de sermos bailarinos, músicos ou cantores, somos vasos santos, ministros e sacerdotes. Logo, temos a responsabilidade de sermos referencial da glória de Deus”, declara.

Para o ministro de louvor Ramon Tessman, do Ministério Vida Nova, em Criciúma (SC), o temperamento artístico tem cegado muitos músicos, dançarinos e demais artistas cristãos. O resultado é insubmissão, rebeldia, sensualidade, mentira, e outras coisas mais. “Se as artes estão sendo restauradas por Deus, os artistas também precisam ser”, alerta.

Os grupos de coreografia têm invadido as igrejas e daí surge um questionamento. Qual o propósito desse trabalho? Qual o seu significado na adoração? Isabel explica que a música, a dança e o canto fazem parte de uma totalidade que ela denomina como Tabernáculo da Adoração. Cada uma dessas linguagens tem um significado: na música é a sonoridade, a harmonia dos instrumentos; no cântico, são as palavras; e, na dança, é a imagem, o movimento. “Toda arte tem a mesma importância, mas só tem valor se salvar, curar, restaurar e edificar”, ensina. E no caso da dança, a unção vem pelo movimento. Não se trata de um adorno para enfeitar o púlpito da igreja.

Ramon concorda com a líder e completa dizendo que a verdadeira adoração é contagiante. “Quando uma pessoa está adorando verdadeiramente com danças pode influenciar as pessoas que estão assistindo de modo que estas comecem a adorar também. Já presenciei situações como estas”, conta Ramon.

O grupo de Isabel é um exemplo dessas expriências. Em sua última ministração, na Vigília de Bento Ribeiro (RJ), ela conta que pessoas foram curadas, libertas e restauradas. As ministrações têm sido feitas com traje vermelho porque representa o sangue de Jesus. Dentro dessa visão, eles têm visto grandes coisas acontecerem. No momento em que o grupo estava dançando, pontos de luz na mesma cor brilhavam na parede do local. “Um irmão me mostrou uma foto que foi tirada no momento, onde ficou registrado aquele fenômeno sobrenatural. O pastor ficou surpreso quando viu que aquela paisagem de fundo não fazia parte da decoração”, testemunha.

A ministração pode ser feita de duas maneiras. Através da dança pré-estabelecida e a espontânea, que pode ser comparada à música. Nós cantamos uma canção ensaiada ou ministramos com cânticos espirituais. O mundo chama de improvisação, mas cremos na inspiração do Espírito Santo. Para Isabel, há momento para os dois, assim como no louvor. “É Ele quem nos conduz a uma dança profética”, conclui. Outra diferença é dança do altar e a do banco. No altar, você tem o compromisso de ministrar ao povo, de levar a igreja à adoração. Já no banco, é um relacionamento exclusivo entre você e Deus. Por isso, a vida e o caráter do ministro deve ser tratado antes de estar à frente da igreja.

O pastor Paulo César Sampaio critica o ato repetitivo e mecânico das coreografias. Para ele, a sistemática repetição tira o fator surpresa, pois se incorpora a liturgia da igreja. Com isso, em breve, alguém vai pensar em outra novidade para completar o louvor. “Cria-se sempre um círculo vicioso, onde sempre haverá necessidade de coisas novas. Importa, antes de tudo, ter um espírito contrito e um coração quebrantado”, conclui.

A adoração é uma atitude interior e não exterior. Esse ato pode ser completo sem a dança, sem a música e sem o canto. Essas expressões são veículos de louvor a Deus. Não podemos usar esses meios como fórmulas para se chegar ao altar do Senhor. Mas também não podemos restringir a dança a apresentações, a não ser que seja uma peça ou ensinamento para a igreja. Se entedermos a dança como parte do louvor, poderemos usá-la com mais sabedoria para atravessar o Santo dos Santos. Ninguém é mais espiritual por usar uma ou outra linguagem. Utilize tudo o que você tem para ser um daqueles adoradores que o Pai está procurando. Temos que viver em novidades de cântico, movimento e palavras, mas sempre conduzidos pelo Espírito Santo.

HOJE É ANIVERSÁRIO DO PAULINO

Que as bençãos do Senhor estejam sobre a tua vida a cada dia com mais intensidade te levando a experimentar sempre o novo de Deus. Que neste dia Deus te dê um renovo e uma alegria que só é possível ser vivida na presença do Espírito Santo de Deus. Parabéns!

Justiça multa pastor evangélico por pregar em festa de umbanda

da Folha Online

Em uma decisão inédita na Justiça de São Paulo, o pastor da Igreja Batista Francisco Joaquim de Andrade terá de pagar R$ 1.000 por ter distribuído panfletos evangélicos durante rituais de umbanda, em dezembro, na Praia Grande, litoral de São Paulo.

A ação criminal por discriminação religiosa foi pedida pelo Superior Órgão de Umbanda do Estado de São Paulo e pela União das Tendas de Umbanda e Candomblé do Brasil.

O advogado Antônio Basílio, que representa os praticantes de umbanda, diz que a decisão foi tomado porque a maioria dos evangélicos desrespeita a religião.

“Durante as festas, grupos de evangélicos se vestem de branco para se ‘infiltrar’ entre os umbandistas e começam a negar e a ridicularizar as (nossas) divindades. Isto é um desrespeito, não entramos nas igrejas deles para pregar (nossa crença)”, afirma o advogado.

Outro lado

Segundo Andrade, a festa de Iemanjá acontece na praia, que é um local público. “Não vejo problema em divulgar a minha fé também. Isto é censura e intolerância religiosa”, diz.

Nos panfletos, distribuídos em festas em homenagem a Iemanjá, a divindade é considerada uma lenda, como o saci-pererê e o curupira, e convida os praticantes de umbanda para a igreja evangélica.

O pastor afirma que faz a “evangelização” com a distribuição de panfletos em várias festas e não somente nas de umbanda. “Vamos à [catedral de] Aparecida e ao Círio de Nazaré, sempre onde há muitos religiosos”, disse.

Multa

O pastor Andrade tem de pagar a multa até a próxima terça-feira, mas ele afirma que não concorda com a decisão e não tem o dinheiro da multa. Se não houver pagamento, Andrade será julgado novamente.

A decisão da Justiça foi comunicada no último dia 16 em uma audiência preliminar pelo juiz Osvaldo Palotti Júnior, da 17° Vara Criminal. Aldo Santos Menezes, que publicou os folhetos, também foi condenado a pagar a multa.

Crenças da umbanda

Religião afro-americana, a umbanda foi fundada nos anos 30 no Brasil, a partir de rituais e crenças africanas, indígenas e européias.

Para seus praticantes, o universo é formado por entidades, os guias, que entram em contato com os homens por meio de um iniciado, que os incorporam. São guias na umbanda o Caboclo, o Preto Velho e a Pombagira.

Nos rituais de umbanda, presididas por mães-de-santo, os praticantes fazem oferendas às entidades nos chamados terreiros (templos para a religião). Há também sessões de consulta, em que as pessoas se aconselham com os guias obtendo ajuda para problemas que estejam enfrentando.