outubro 2002


Esta foi a pergunta feita para um grupo de crianças de 4 a 9 anos, durante uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia.

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere os sentimentos da pessoa.

Mathew, 6 anos

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unhas para ela, mesmo quando ele tem artrite.”

Rebecca, 8 anos

“Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba, e eles saem juntos e se cheiram.”

Karl, 5 anos

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras.”

Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo se conhecendo há muito tempo.”

Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente…

Billy, 4 anos

“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela.

Chrissy, 6 anos

“Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele.”

Danny, 6 anos

“Amor é quem está com a gente no natal.”

Bobby, 5 anos

“Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta.

Nikka, 6 anos

“Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo, e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda!”

Samantha, 7 anos

Há dois tipos de amor: o nosso amor e o amor de Deus. Mas o amor de Deus junta os dois.”

Jenny, 4 anos

“Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford!”

Chirs, 8 anos

“Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo.”

Cindy, 8 anos

“Amor é quando você fala para um garoto que é muito linda a camisa que ele está usando, e ele a veste todo dia.”

Noelle, 7 anos

“Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sentimos. E se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo”

Jessica, 8 anos

“Amor é se abraçar, amor é se beijar.

Patty, 8 anos

“Quando você ama alguém, seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de você!”

Karen, 7 anos

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro.”

Mary Ann , 4 anos

Já estou imaginando os passinhos pela casa!!!




Leia este poema. Depois, leia-o de baixo para cima.

Não te amo mais.

Estarei mentindo dizendo que

Ainda te quero como sempre quis.

Tenho certeza que

Nada foi em vão.

Sinto dentro de mim que

Você não significa nada.

Não poderia dizer jamais que

Alimento um grande amor.

Sinto cada vez mais que

Já te esqueci!

E jamais usarei a frase

EU TE AMO!

Sinto, mas tenho que dizer a verdade

É tarde demais…

(Clarice Lispector)

FELIZ ANIVERSÁRIO NEIDI!!!





Desejamos que cada passo da sua vida seja um passo de alegria, com muita paz e amor que vertem diretamente do Trono do Senhor. Que cada dia seja um presente, que cada canto de pássaro seja uma música a te embalar, que cada estrela seja como uma vela no lindo e gostoso bolo que chamamos de vida e cada amigo seja um participante da grande festa que é estar do teu lado. Que Deus te abençoe muito e muito e muito e muito….

Oi Ane!!!!

Mais uma vez queria te parabenizar pelo seu aniversário.

Que Deus continue te abençoando cadavez mais e mais… E que tudo que fizerdes seja abençoado e ilumidado por nosso Deus que é maravilhoso…

Te amo muito amiga… ;o* da Neidinha

IMPORTANTE:

Amanhã é meu aniversário, portanto: NÃO ESQUEÇAM DE MIM…

Eu até vou aceitar as ligações, as flores, presentes etc… Prometo não fazer cerimônia.

Tchau, estou no aguardo, é amanhã hein…. conto com vocês pessoal….

A casinha de uma escola rural era aquecida por um velho e bojudo forno a carvão. Um garotinho tinha a função de ir mais cedo à escola todos os dias, para acender o fogo e aquecer o recinto antes que a professora e seus colegas chegassem.

Certa manhã, eles chegaram e encontraram a escola engolida pelas chamas.

Retiraram o garotinho inconsciente do prédio em chamas, mais morto do que vivo. Tinha queimaduras profundas na parte inferior do corpo e foi levado para o hospital do município vizinho.

De seu leito, o semiconsciente e pavorosamente queimado garotinho ouviu ao longe o médico que conversava com sua mãe. O médico dizia a ela que seu filho seguramente morreria – o que na realidade, até seria melhor – pois o terrível fogo devastara a parte inferior de seu corpo.

Porém o bravo garotinho não queria morrer. Ele se convenceu de que sobreviveria. De alguma maneira, ele realmente sobreviveu. Quando o risco de morte havia passado, ele novamente ouviu o médico e sua mãe falando baixinho.

A mãe foi informada de que, uma vez que o fogo destruíra tantos músculos na parte inferior de seu corpo, quase que teria sido melhor que ele tivesse morrido, já que estava condenado a ser eternamente inválido e não fazer uso algum de seus membros inferiores.

Mais uma vez o bravo garotinho tomou uma decisão. Não seria inválido. Ele andaria. Mas, infelizmente, da cintura para baixo, ele não tinha nenhuma capacidade motora. Suas pernas finas pendiam inertes, quase sem vida.

Finalmente, ele teve alta do hospital. Todos os dias sua mãe massageava suas perninhas, mas não havia sensação, controle, nada. Ainda assim, sua determinação de andar era mais forte do que nunca.

Quando ele não estava na cama, estava confinado a uma cadeira de rodas.

Num dia ensolarado, sua mãe o conduziu até o quintal para tomar um pouco de ar fresco. Neste dia, ao invés de ficar sentado na cadeira, ele se jogou no chão. Arrastou-se pela grama, puxando as pernas atrás de si.

Arrastou-se até a cerca de estacas brancas que limitava o terreno. Com grande esforço, levantou-se apoiando-se na cerca. E então, estaca por estaca começou a arrastar-se ao longo da cerca, decidido a andar. Começou a fazer isso todos os dias até que um caminho se formou ao lado da cerca, e em volta de todo o quintal. Não havia nada que ele desejasse mais do que dar vidas àquelas pernas.

Finalmente, com as massagens diárias, com sua persistência de ferro e com sua resoluta determinação, ele foi capaz de ficar em pé, depois de andar mancando, e então, de andar sozinho. Mais tarde, de correr.

Começou a caminhar para a escola, depois passou a correr para a escola, e a correr, pura e simplesmente, pela alegria de correr. Na faculdade, integrou o time de corrida com obstáculos. Depois, no Madison Square Garden, aquele rapaz sem esperanças de sobreviver, que seguramente não andaria nunca mais, e que jamais poderia esperar correr – aquele rapaz determinado, o Dr. Glenn Cunningham, foi o corredor mais rápido do mundo na corrida de uma milha!

“Pois Deus não nos deu um espirito de timidez mas de fortaleza, de amor e sobriedade” (2Tm1,7).

Quero ser um crente “diferente”

Quero ser um crente diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que “não bebe, não fuma e não joga”. Isso é muito pouco. A “geração saúde”, que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e nem por isso pode ser chamada de cristã.Também não me contento em ser chamado de crente por ter um modo diferente de me vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os crentes queriam mostrar era que eles se vestiam de uma maneira “esquisita”, e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.Também não me satisfaço com o modelo “gospel” de crente que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus. Sabe-se lá onde isso vai chegar. Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses “cosméticos” para o crente moderno. A grife “JESUS” tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing “gospel” não faz de ninguém um cristão.Pensei comigo: a moçada evangélica hoje está toda na Internet. E saí à busca de salas de bate-papo de evangélicos. Confesso que tentei inúmeras vezes, mas não consegui. Me adentrava por assuntos importantes e profundos da vida cristã e as respostas eram chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo “glóooooria”, “Ta amarrado”, “É tremendooo”, etc. Definitivamente, repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.Quero ser um crente diferente. Que não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Que saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Quero ser um crente que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda a parte e querendo amarrá-lo a todo momento. Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado, e eu não preciso ficar me preocupando com ele 24 horas por dia.Quero ser um crente que saiba falar de tudo e não apenas de religião, e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Quero ser um crente que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: “Ah, Deus quis assim….”, mas que eu seja um agente de transformação nas mãos de Deus.Que a minha diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons. Quero ser um crente que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Quero ser um crente que vive bem com o seu próximo. Quero ser reconhecido como um crente pelo que eu “sou” e não por aquilo que “não faço”. Quero ser um crente simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?).Não quero ter de falar a todo momento que sou crente, para que outros saibam, mas quero viver de tal modo que outros percebam Cristo em mim.

Daniel Rocha

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